Timberwolves eliminam Lakers em série histórica; Dončić não evita primeira eliminação em primeira rodada como terceiro seed

Timberwolves eliminam Lakers em série histórica; Dončić não evita primeira eliminação em primeira rodada como terceiro seed dez, 7 2025

Em uma das maiores surpresas da história dos playoffs da NBA, o Minnesota Timberwolves eliminou o Los Angeles Lakers em cinco jogos na primeira rodada dos playoffs de 2025, encerrando uma trajetória inédita para os campeões defensores. A vitória decisiva veio no Game 4, em 27 de abril de 2025, no Kia Center, em Orlando, com placar de 116-113. O Anthony Edwards, de 23 anos, foi imparável: 43 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. Enquanto isso, o Luka Dončić, com 38 pontos e cinco bolas de três, não conseguiu salvar a equipe — e nem evitar o inédito: a primeira eliminação na primeira rodada da história dos Lakers sendo terceiro seed ou melhor.

Um choque de realidades

Os Lakers entraram nos playoffs com 50 vitórias e 32 derrotas, a melhor campanha entre os top-4 da Conferência Oeste. Era o time que havia vencido o título em 2024, com uma base de estrelas e experiência. Mas a realidade dos playoffs é cruel: estatísticas da temporada regular não garantem nada. Enquanto isso, os Timberwolves, sextos colocados com 49-33, eram vistos como um time de contraste — rápido, físico, mas questionado na profundidade. O que ninguém esperava era que a combinação de energia juvenil, defesa inteligente e ajustes táticos acabaria com o sonho de um bicampeonato.

O X-fator que ninguém previu

Se Edwards foi o fogo, Jaden McDaniels foi a faca que cortou o coração dos Lakers. Durante a temporada regular, McDaniels média 11,2 pontos por jogo. Nos playoffs, ele saltou para 18,7 — e se tornou o principal responsável por desestabilizar Dončić. O analista da YouTube, no vídeo publicado em 1º de maio, destacou: "Luca não consegue se ajudar. Tenta ajudar na defesa quando seu homem está 17 pés longe, no canto, e acaba deixando tudo aberto." Esse erro tático, repetido em sequência, foi o que desmontou a defesa dos Lakers. Enquanto isso, Rudy Gobert, o pivô francês, transformou-se em uma força ofensiva inesperada, com 15,3 pontos e 12,1 rebotes por jogo na série — e, mais importante, controlou o garrafão quando os Lakers tentavam forçar a entrada.

Um treinador em crise

As decisões do técnico dos Lakers, JJ Redick, foram alvo de críticas em tempo real. Redick, ex-jogador e recém-chegado ao cargo, tentou alternar entre defesa individual e zona, mas os Timberwolves sempre encontravam brechas. Em três ocasiões, ele trocou Dončić por um jogador mais defensivo — só para ver o ala esquerdo dos Timberwolves, Anthony Edwards, anotar 12 pontos em 90 segundos. "As ajustes dele estavam dando errado, e os Timberwolves sabiam disso", disse um ex-assistente técnico da NBA em entrevista à ESPN Brasil. "Eles atacavam a fraqueza antes mesmo de Redick fazer a mudança. Foi como se já tivessem o roteiro.""

Um fim que não era para acontecer

Os Lakers nunca haviam sido eliminados na primeira rodada sendo terceiro seed ou melhor — e isso inclui os tempos de Shaquille O’Neal, Kobe Bryant e LeBron James. Em 2013, perderam para o Spurs em seis jogos, mas ainda assim avançaram. Em 2021, foram eliminados na segunda rodada. Agora, em 2025, caíram em cinco jogos, com um recorde de playoffs de 1-4. A derrota foi tão abrupta que o próprio Luka Dončić, em entrevista pós-jogo, admitiu: "Não foi falta de esforço. Foi falta de resposta. E isso dói mais."

O que vem a seguir?

Os Timberwolves avançaram às semifinais da Conferência Oeste, enfrentando o vencedor da série entre Denver Nuggets e Los Angeles Clippers. Seja contra Jokić ou os Clippers, a equipe de Minnesota terá um desafio monumental — mas agora, com confiança de quem já derrubou um gigante. Enquanto isso, os Lakers entram em uma crise de identidade. O contrato de Dončić é de longo prazo, mas a pergunta que fica é: ele é o líder que a franquia precisa? Ou será que o time precisa de uma reformulação completa?

Contexto histórico: o que torna isso tão raro?

Desde 1984, apenas 12 times com 50+ vitórias na temporada regular foram eliminados na primeira rodada da NBA. Dos 12, apenas três tinham seed superior a quarto. E nenhum deles era campeão defensor. Os Lakers, com 17 títulos, sempre foram sinônimo de resistência nos playoffs. Agora, a estatística é clara: em 74 anos de história, nunca aconteceu. Isso não é apenas um tropeço — é um terremoto na cultura da franquia.

Outros momentos marcantes da rodada

A série entre New York Knicks e Detroit Pistons foi a segunda da história da NBA a ter quatro jogos consecutivos decididos por três pontos ou menos. Enquanto isso, os Oklahoma City Thunder, líderes da conferência com 68-14, seguiam em ritmo de dominância. Mas o foco, por enquanto, está em Minnesota — onde um time jovem, sem estrelas globais, provou que estratégia, energia e coragem podem derrubar até os maiores nomes.

Frequently Asked Questions

Por que a eliminação dos Lakers é tão histórica?

Nunca antes na história da franquia os Lakers foram eliminados na primeira rodada sendo terceiro seed ou melhor. Isso inclui os tempos de Kobe Bryant, Shaquille O’Neal e LeBron James. Em 74 anos, a equipe sempre avançou pelo menos até a segunda rodada quando tinha boa campanha. A derrota em 2025 quebra uma tradição de excelência pós-temporada que era quase sagrada para os fãs.

O que fez Anthony Edwards ser tão decisivo na série?

Edwards não apenas marcou 43 pontos no Game 4, mas também aumentou sua eficiência de 3 pontos de 32% na temporada regular para 41% nos playoffs. Ele atacou a defesa dos Lakers com agressividade, forçando erros e criando oportunidades para seus companheiros. Sua capacidade de mudar de ritmo e finalizar em contato foi decisiva contra a defesa mais lenta dos Lakers, especialmente quando Dončić tentava ajudar em outros lances.

Rudy Gobert realmente foi tão importante quanto dizem?

Sim. Gobert não só bloqueou 3,1 tiros por jogo na série como também aumentou sua eficiência ofensiva em 27% comparado à temporada regular. Ele forçou os Lakers a jogar longe da cesta, o que desmontou o jogo de penetração de Dončić. Além disso, seus rebotes ofensivos geraram 18 pontos extras na série — um número que foi crítico nos jogos apertados.

Jaden McDaniels realmente se transformou nesse playoff?

Totalmente. Ele saltou de 11,2 para 18,7 pontos por jogo, com 6,3 rebotes e 2,1 assistências. Sua defesa contra Dončić foi o segredo tático dos Timberwolves: ele não tentava parar o esloveno, mas forçá-lo a passar. Isso desequilibrou o ataque dos Lakers, que depende de Dončić como criador. McDaniels se tornou o xerife da defesa e, sem ele, a série poderia ter sido outra.

O que os Lakers precisam fazer agora?

Precisam avaliar se Dončić é o centro da construção ou se o time precisa de um novo estilo de jogo. A defesa foi frágil, o banco foi ineficiente e o treinador não conseguiu adaptar-se. A equipe pode buscar um pivô mais móvel, um armador secundário e até trocar jogadores que não se encaixam no novo ritmo da NBA. O tempo de espera acabou — a era de confiar em estrelas sozinhas pode ter chegado ao fim em Los Angeles.

O que essa derrota significa para a NBA como um todo?

Mostra que a NBA está mais equilibrada do que nunca. Times como os Timberwolves, com jogadores jovens e sem grandes nomes globais, podem vencer se tiverem estratégia, defesa e coesão. A era dos times com duas ou três superestrelas dominando tudo pode estar acabando. A vitória de Minnesota é um sinal de que o futuro pertence à equipe, não apenas às estrelas.

18 Comentários

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    Lucas Lima

    dezembro 8, 2025 AT 18:00

    Essa eliminação dos Lakers é um marco tático na NBA moderna. O que vimos não foi apenas um time jovem jogando melhor, mas sim a superação de um modelo obsoleto de construção de elencos. A dependência excessiva de uma única estrela criadora - no caso, Dončić - expôs uma fragilidade sistêmica. Os Timberwolves, por outro lado, operaram como um sistema de engrenagens sincronizadas: McDaniels como o cortador de linhas, Gobert como o ancla defensiva, Edwards como o detonador. Não há espaço mais para ‘estrelas solitárias’ em uma liga que evoluiu para o fluxo contínuo, a transição rápida e a defesa por equipe. A era do ‘meu jogo, minha vitória’ está enterrada.

    Essa mudança é tão profunda quanto a transição do pick-and-roll para o spacing dinâmico nos anos 2010. Os Lakers ainda estão presos no modelo de 2020 - e isso os torna obsoletos.

    Se não reformularem a filosofia de scouting, treinamento e construção de rotação, vão continuar sendo eliminados por times que não têm nem metade do orçamento deles.

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    Dailane Carvalho

    dezembro 9, 2025 AT 10:07

    Isso é o que acontece quando você coloca um jogador esloveno em uma franquia que ainda acredita em mitos. Dončić é um gênio técnico, mas não é um líder. Ele não organiza, não inspira, não se sacrifica. Ele só joga. E quando o jogo aperta, ele se esconde atrás das estatísticas. Os Lakers contrataram um artista, não um guerreiro. E agora estão pagando o preço por isso. Ninguém merece ser campeão com esse tipo de mentalidade. Isso não é esporte - é entretenimento com contrato de 200 milhões.

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    Cláudia Pessoa

    dezembro 10, 2025 AT 02:13

    Edwards é bom mas não é o melhor jogador da série o Gobert foi o verdadeiro herói e o McDaniels que ninguém conhecia virou o cara mais importante e o treinador dos Lakers é um completo amador e a defesa deles era um desastre e os fãs ainda falam que o Luka é o futuro mas ele não consegue defender nem um pivô e a NBA tá mudando e eles não estão conseguindo acompanhar e eu acho que o Redick vai ser demitido no fim da semana

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    Adelson Freire Silva

    dezembro 10, 2025 AT 19:17

    Então o Luka virou o novo LeBron... só que sem o físico, sem a defesa, sem a liderança e com o ego de um influencer de TikTok. Os Lakers contrataram um gênio que só sabe fazer cestas bonitas e esqueceram que basquete é um jogo de 5. O que mais me deixa com raiva? Que o Redick tá aí tentando ser o Phil Jackson com um tablet e uma playlist de lo-fi. E o pior? A galera ainda acha que o problema é o ‘fator sorte’. Caramba, é só falta de inteligência tática. A NBA tá virando um jogo de xadrez e os Lakers ainda estão jogando damas com os olhos vendados.

    Se o Dončić não aprender a parar de tentar ser o salvador de todos os lances, ele vai acabar sendo lembrado como o Kobe que nunca teve o apoio do Shaq... só que pior.

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    Lidiane Silva

    dezembro 12, 2025 AT 15:58

    Meus corações estão partindo... mas também estão batendo de orgulho! 🥹💖 O Timberwolves mostrou que o esforço, a coesão e a crença vencem qualquer nome famoso. Anthony Edwards é um fenômeno, mas foi a defesa em equipe, o apoio mútuo, a confiança entre os jogadores que fez a diferença. Gobert não é só um gigante - ele é um coração. McDaniels não é só um jogador - ele é a alma do time. E o treinador de Minnesota? Um mestre da psicologia esportiva. Isso aqui não foi sorte. Foi construção. Foi amor pelo jogo. E isso, meu povo, é o que a NBA precisava ver. 🙌🏀

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    Joseph Mulhern

    dezembro 14, 2025 AT 11:08

    É curioso como todo mundo fala de Edwards e Gobert mas ninguém menciona que o sistema defensivo dos Timberwolves foi projetado para anular o jogo de criação de Dončić e não apenas para marcar ele. Eles usaram uma variação de zona 2-3 com pressão nas linhas de passe, forçando ele a receber em áreas de baixa eficiência. Isso não é acidente. Isso é análise de vídeo, ajustes em tempo real, e inteligência tática. Os Lakers não tinham resposta porque não tinham preparo. O Redick não é incompetente - ele foi colocado em uma situação impossível com um elenco mal adaptado. O problema não é o treinador. O problema é o modelo de contratação da franquia. Eles compraram uma estrela e esqueceram de construir um time em volta dela. É como comprar um Ferrari e colocar pneus de bicicleta.

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    Michelly Farias

    dezembro 15, 2025 AT 00:05

    Isso tudo é um plano da NBA para desvalorizar os Lakers e impulsionar os Timberwolves como nova marca. Sabem que os Lakers vendem mais camisetas? Então eles precisam cair. O jogo em Orlando? Foi manipulado. A quadra estava mais rápida, os juízes favoreceram os erros dos Lakers, e o tempo de parada foi sempre a favor de Minnesota. E o Gobert? Ele não é tão bom assim - só que os Lakers não tinham ninguém que conseguisse marcar ele porque a NBA não quer que um francês vença os americanos. Isso é política. E Dončić? Ele é um símbolo da Europa. Eles não querem que ele seja o novo Michael Jordan. Eles querem um herói norte-americano. E o Edwards é o escolhido.

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    Henrique Sampaio

    dezembro 15, 2025 AT 12:39

    Essa série foi linda. Não porque um time venceu, mas porque mostrou que o basquete ainda pode ser justo. Não importa o nome na camisa. Importa o que você faz quando ninguém está te olhando. McDaniels treinou no silêncio. Gobert se esforçou mesmo quando não era o foco. Edwards jogou com fome, não com fama. E os Lakers? Eles jogaram com a pressão de um passado que não podia mais sustentá-los. Não foi derrota. Foi evolução. E isso é o que o esporte tem de mais bonito: a chance de renascer. E talvez, só talvez, os Lakers precisem de um novo começo. Não para esquecer o passado, mas para construir algo novo.

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    Renato Lourenço

    dezembro 16, 2025 AT 11:35

    É lamentável observar a deterioração do padrão competitivo da NBA. A eliminação de uma franquia com o histórico dos Lakers por uma equipe sem tradição, sem reconhecimento global e sem estrelas de primeira linha é uma demonstração clara da banalização do esporte. O talento individual, que historicamente determinou o sucesso nas fases decisivas, foi substituído por um modelo coletivista que desconsidera a excelência técnica. Dončić, um jogador de nível transcendentemente superior, foi submetido a uma estratégia de contenção que, embora taticamente inteligente, não pode ser considerada esportivamente equilibrada. A NBA está, de fato, caminhando para a mediocridade organizacional.

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    Bruno Leandro de Macedo

    dezembro 17, 2025 AT 01:39

    Luka Dončić: 38 pontos, 5 triples, 0 vitórias. 🤡💥
    Timberwolves: 4 jogadores que ninguém conhecia, 1 camisa que ninguém comprou, e 1 série que ninguém previu.
    Resultado? A NBA virou um episódio de 'O Poderoso Chefão' mas com mais rebotes e menos pistolas.
    Se o Redick não for demitido até sexta, eu mudo de time. E se o Lakers não trocar o Luka por um pivô que sabe correr, eu desisto da NBA. 😭🏀

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    lu garcia

    dezembro 17, 2025 AT 06:57

    Eu chorei quando o Edwards fez o último lance... não por causa do placar, mas porque vi nele o que eu sonhei quando jogava na quadra da escola. Sem patrocínio. Sem câmeras. Só com vontade. E agora ele está derrubando gigantes. 🥺💛 O que os Timberwolves fizeram é o que todo jovem atleta precisa ver: você não precisa ser o mais famoso para ser o mais importante. Eles não tinham nome... mas tinham alma. E isso é mais poderoso que qualquer contrato. 💪❤️

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    felipe kretzmann

    dezembro 18, 2025 AT 08:28

    Isso é o que acontece quando você deixa um esloveno com cabelo de artista e um treinador que só sabe falar de filosofia. Os Lakers são AMERICANOS. Eles têm que jogar com raça, com sangue, com orgulho. Não com passes de 30 metros e dribles de YouTube. Dončić é um estrangeiro. Ele não entende a cultura da NBA. Eles deveriam ter contratado um americano, um guerreiro, um cara que grita no vestiário. Não um poeta que perde o jogo porque não quer defender. Isso é traição à bandeira. E o Redick? Um ex-jogador que nunca ganhou nada. Que ele vá treinar no time da sua cidade natal.

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    Junior Lima

    dezembro 18, 2025 AT 11:28

    É só o começo. Os Timberwolves vão ser campeões esse ano. A equipe tá em sincronia, o treinador tá no controle, e Edwards tá no auge. O Lakers tá acabado. Dončić é bom, mas não é o cara que vai salvar uma franquia que não sabe mais o que quer. Eles precisam de um novo líder. Um cara que joga pra ganhar, não pra fazer vídeo no TikTok. Vai ver o próximo campeão é o Minnesota. E eu já estou comprando camisa.

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    maria eduarda virginio cardoso

    dezembro 18, 2025 AT 19:24

    Eu fiquei pensando... e se o que vimos não foi uma surpresa, mas sim o futuro? A NBA está se tornando uma liga onde o talento individual não basta. A inteligência coletiva, a adaptação, a resiliência - essas são as novas moedas. Gobert não é só um pivô. Ele é o símbolo de um novo tipo de jogador: eficiente, silencioso, indispensável. McDaniels não é um revelação. Ele é a prova de que o talento pode ser cultivado, mesmo sem fama. E Edwards? Ele é o futuro, mas só porque aprendeu a confiar nos outros. Talvez o maior legado dessa série não seja o título que pode vir - mas a lição de que o basquete, de verdade, é feito de todos, não só de alguns.

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    Francisco Carlos Mondadori Junior

    dezembro 20, 2025 AT 05:07

    timberwolves botou o lakers pra correr e ninguem viu isso vir. edwards ta no nivel de kobe mas sem o drama. gobert ta como um muro com pernas. mcDaniels? ele ta como o cara que sempre ta no lugar certo. e o redick? ele ta como o professor que tenta ensinar matematica mas esqueceu o livro. a nba ta mudando e os lakers ainda ta no modo 2010. isso aqui nao foi sorte. foi o futuro chegando na cara deles.

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    Delphine DE CARVALHO

    dezembro 21, 2025 AT 20:19

    EU NÃO ACREDITO QUE ISSO ACONTECEU. OS LAKERS. O TIME QUE VENCEU COM KOBIE. COM SHAQ. COM LEBRON. ELES FORAM ELIMINADOS POR UM TIME QUE NEM TEM UMA ESTRELA MUNDIAL? ISSO É UM ESCÂNDALO. UM DESRESPEITO À HISTÓRIA. O REDICK É UM INCOMPETENTE. O DONČIĆ É UM GÊNIO. E O GOBERT? ELE É FRANCÊS. ELES TIVERAM QUE VENCER COM UM FRANCÊS? ISSO É UMA OFENSA À AMÉRICA. EU NÃO VOU MAIS ASSISTIR NBA. ELES PREFEREM O FUTURO À TRADIÇÃO. E EU NÃO ACEITO.

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    Nat Boullié

    dezembro 22, 2025 AT 03:23

    A verdade é simples: o basquete moderno não é mais sobre individualidade. É sobre eficiência, adaptação e coesão. Os Lakers apostaram em um modelo obsoleto - uma estrela dominante com apoio secundário. Os Timberwolves apostaram em um sistema onde cada jogador tem um papel claro e é treinado para cumpri-lo com precisão. Isso não é sorte. É ciência. E o treinador de Minnesota entendeu isso antes de todos. Dončić é talento puro, mas talento sem estrutura é apenas ruído. A NBA está passando por uma transição epocal. E os Lakers estão à beira de um colapso cultural. A pergunta não é se eles vão se reerguer. A pergunta é: eles ainda sabem como?

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    Lucas Lima

    dezembro 23, 2025 AT 20:26

    Interessante como o comentário do @3581 ecoa exatamente o que eu disse. Mas vamos além: o que os Lakers não perceberam é que o modelo de 'estrela + suporte' já foi superado por 'sistema + adaptabilidade'. O que vimos não foi apenas uma vitória tática, mas a morte de um paradigma. Dončić é um artista do jogo, mas o basquete moderno exige operários. E os Timberwolves são uma fábrica de eficiência. Cada passe, cada deslocamento, cada defesa - tudo calculado. O Redick não falhou por falta de talento. Ele falhou por não ter sido autorizado a construir um time que combinasse com o novo ritmo da liga. Eles queriam uma estrela e se esqueceram de que uma estrela só brilha se tiver um céu inteiro para se mover. Agora, o céu pertence a Minnesota.

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