Jalen Brunson faz história nos Knicks com 35 pontos e leva equipe à semifinal da NBA Cup
dez, 14 2025
Na noite de 10 de dezembro de 2024, em pleno Scotiabank Arena, em Toronto, Jalen Brunson não apenas jogou — ele escreveu história. Com 35 pontos, 3 rebotes e 4 assistências, o armador dos New York Knicks liderou sua equipe a uma vitória esmagadora de 117 a 101 sobre os Toronto Raptors nas quartas de final da NBA Cup. E o mais impressionante? Vinte desses 35 pontos vieram no primeiro quarto. Sim, vinte. Em menos de 12 minutos, Brunson transformou um jogo que começara com os Raptors na frente em uma demonstração de domínio absoluto. O que parecia um duelo equilibrado virou um espetáculo individual — e coletivo — que pode mudar o rumo da temporada dos Knicks.
Um primeiro quarto que abalou o Canadá
Os Raptors começaram bem, aproveitando sete turnovers dos Knicks e uma defesa desorganizada para abrir 39 a 35 no primeiro período. Mas foi aí que Brunson decidiu que não ia deixar o time perder. Ele entrou como um furacão: 6 de 9 nos arremessos de três pontos, com um deles ainda com a defesa de Pascal Siakam colado nele. A torcida canadense, que esperava ver seu time avançar, ficou em silêncio. Quando Brunson acertou o terceiro arremesso de três no final do quarto, o placar já estava 57 a 43. Ninguém na arena acreditava que isso era possível — mas ele não parou.Um time inteiro levantado por um líder
Brunson não fez isso sozinho — mas foi ele quem acendeu a chama. Karl-Anthony Towns dominou as redes com 16 rebotes e 14 pontos, enquanto Josh Hart anotou os primeiros nove pontos do terceiro quarto, arrancando o fôlego dos Raptors. Mikal Bridges acrescentou 15 pontos, incluindo três bolas de três, e o banco, com Jordan Clarkson (12 pontos), foi decisivo. A defesa dos Knicks, que havia sofrido 39 pontos no primeiro quarto, limitou os Raptors a apenas 25 no segundo, 21 no terceiro e 22 no quarto. A diferença de 24 pontos no segundo tempo foi um recado: esta equipe não está mais brincando.Um marco na história dos Knicks
Com esse desempenho, Brunson empatou com Richie Guerin, lenda dos anos 1950 e 60, no terceiro lugar da lista de jogadores com mais jogos de 30+ pontos na história da franquia. Guerin, um dos mais habilidosos da era pré-Showtime, era conhecido por sua precisão e coragem. Agora, Brunson — nascido em 1996, filho de ex-jogador, treinado nas ruas de Chicago — carrega esse peso com naturalidade. "Ele não é só um marcador", disse um analista da ESPN Brasil após o jogo. "É o tipo de líder que você quer quando o jogo está na linha de fundo. Ele não tem medo da pressão. Ele a adora." E o mais curioso? Ele já havia dito antes do jogo, em entrevista gravada: "Não vou deixar a gente perder hoje." E ele cumpriu.
Uma semifinal inédita e um sonho que renasce
A vitória eliminou os Raptors da NBA Cup — e levou os Knicks à sua primeira semifinal na competição, criada em 2023. O próximo adversário? Os Orlando Magic, em T-Mobile Arena, em Las Vegas, no sábado, 14 de dezembro. O prêmio? US$ 500 mil para cada jogador da equipe campeã. Mas o verdadeiro valor está além do dinheiro: os Knicks, com 17 vitórias e 7 derrotas, estão em segundo lugar na Conferência Leste, atrás apenas dos Pistons. E depois de três eliminações consecutivas nos playoffs — todas para o Indiana Pacers —, os fãs começam a acreditar. "Este time tem talento para chegar às Finais da NBA", afirmou o ex-jogador e comentarista Jeff Van Gundy em um programa da NBA TV. "Brunson é o catalisador. Towns é o centro. Hart e Bridges são os guerreiros. E o banco? É o que faltava."O que vem depois?
Se os Knicks vencerem em Las Vegas, enfrentarão o vencedor entre os Celtics e os Heat na final. Mas mesmo antes disso, a pressão aumenta. A imprensa nova-iorquina já fala em "revolução silenciosa". O técnico Tom Thibodeau, conhecido por sua defesa rígida, está conseguindo equilibrar agressividade e disciplina. E Brunson? Ele está jogando como se cada lance fosse o último. A média de 27,3 pontos nos últimos 10 jogos é a mais alta da carreira dele. E a confiança? Inabalável.
Por que isso importa para você?
Porque este não é só um jogo de basquete. É a reafirmação de que Nova York ainda pode ser um epicentro de grandes histórias esportivas. Depois de anos de frustrações, o Knicks está voltando. E Jalen Brunson — o cara que foi considerado "muito pequeno" para ser estrela — está provando que grandeza não tem medida. Tem coragem, foco e precisão. E ele está apenas começando.Frequently Asked Questions
Como o desempenho de Jalen Brunson compara-se com outras grandes atuações na história dos Knicks?
Brunson empatou com Richie Guerin no terceiro lugar da lista de jogos com 30+ pontos na história dos Knicks, com 32 partidas. Ele está atrás apenas de Patrick Ewing (68) e Carmelo Anthony (57). Mas o que torna esse jogo único é a eficiência: 6 de 9 em três pontos, com 20 pontos no primeiro quarto — algo que nunca aconteceu antes na franquia. Nenhum armador dos Knicks havia feito 20+ pontos no primeiro quarto em jogo de playoffs ou torneio desde 1994.
O que mudou nos Knicks desde a última eliminação nos playoffs?
A diferença está na profundidade e na liderança. Antes, o time dependia quase que exclusivamente de Carmelo Anthony ou Kristaps Porziņģis. Agora, com Brunson como motor ofensivo, Towns como referência no garrafão, Hart como guerreiro e Bridges como defensor letal, o time tem múltiplas ameaças. Além disso, o banco, antes fraco, agora é o mais eficiente da liga em minutos de reserva — com Clarkson e Cam Reddish gerando 30 pontos por jogo em média.
Por que a NBA Cup é tão importante para times como os Knicks?
Apesar de ser uma competição de meio de temporada, a NBA Cup oferece prêmios em dinheiro (US$ 5 milhões no total) e, mais importante, experiência em jogos de alta pressão. Para times que não chegaram às finais nos últimos anos — como os Knicks —, é uma oportunidade de construir confiança coletiva. Vencer em Las Vegas pode ser o primeiro passo para uma campanha profunda nos playoffs, onde a mentalidade de torneio faz toda a diferença.
Quais são as chances dos Knicks vencerem a NBA Cup e depois a NBA?
As probabilidades são reais. Com 17 vitórias em 24 jogos, os Knicks têm o melhor aproveitamento da Conferência Leste desde 2013. Se Brunson mantiver seu nível de desempenho e a defesa continuar firme, eles são favoritos para vencer a NBA Cup. Já para a NBA, o caminho é mais difícil — mas não impossível. A equipe tem a combinação certa de experiência, jovens talentos e liderança. Se chegarem às finais da NBA, será a primeira desde 1999 — e talvez a mais merecida de todas.
O que o jogo contra os Raptors revelou sobre a mentalidade da equipe?
Revelou que os Knicks não têm mais medo de grandes momentos. Em 2023, eles caíram para o Pacers no segundo jogo dos playoffs. Em 2024, enfrentaram um time com uma torcida fervorosa, em casa, e não vacilaram. Brunson falou antes do jogo — e agiu. Towns não se escondeu. Hart entrou como um fogo. Isso não é sorte. É cultura. E essa cultura está sendo construída no treino, no vestiário e nos momentos mais tensos da quadra.
Como o público de Nova York está reagindo a essa sequência de vitórias?
A movimentação nos bares da cidade e nas redes sociais é inédita desde 2013. Os ingressos para os jogos em casa já estão esgotados até fevereiro. O hashtag #BrunsonKing está em trend global. E o mais surpreendente: fãs que abandonaram o time nos últimos anos estão voltando. Porque, desta vez, há algo diferente: acredita-se que o time não está apenas jogando — está construindo algo que pode durar décadas.
Iara Almeida
dezembro 16, 2025 AT 12:14Esse time tá com cara de campeão mesmo. Brunson é o tipo de líder que faz a galera acreditar mesmo quando tudo parece perdido.
Se continuar nesse ritmo, a gente vê o Knicks na final da NBA antes do que todo mundo espera.
Jailma Jácome
dezembro 17, 2025 AT 20:10Eu sempre acreditei que grandeza não vem da altura ou do físico, mas da coragem de encarar o momento. Brunson não é o jogador mais alto, nem o mais rápido, mas ele tem essa coisa que ninguém ensina - a quiet confidence. Ele entra na quadra como se já soubesse o resultado antes do apito. E isso é raro. A gente vive em uma era de superestrelas que fogem da pressão, mas ele? Ele a abraça. Ele transforma o medo da torcida em combustível. É como se cada arremesso dele fosse uma declaração de guerra contra a dúvida. E não é só o que ele faz, é como ele faz. Sem gritar, sem exibir, sem dramatizar. Só o jogo. E isso, pra mim, é a essência do esporte. Não é sobre ser o melhor, é sobre ser o mais presente. E ele tá lá, em cada lance, em cada defesa, em cada falha que vira acerto. É isso que faz a gente se lembrar por que amamos esse esporte. Não pelos números, mas pela humanidade por trás deles.
pedro henrique
dezembro 17, 2025 AT 22:21É só o Brunson que tá jogando bem, o resto é só enfeite. O Towns tá dormindo no garrafão e o Hart só aparece quando o jogo já tá decidido. Eles só estão aproveitando o brilho dele pra parecer bons.
Gilvan Amorim
dezembro 18, 2025 AT 09:39Tem algo mais profundo nisso. Não é só basquete. É uma mudança de mentalidade. Antes, o Knicks era um time que jogava pra não perder. Agora, joga pra dominar. E isso começa com o líder. Brunson não pede permissão pra ser grande. Ele simplesmente é. E isso contagia. A defesa, o banco, até os fãs - todos sentem que algo diferente tá acontecendo. Não é sorte. É construção. E isso é lindo de ver.
Bruna Cristina Frederico
dezembro 18, 2025 AT 14:36Essa vitória foi histórica, mas o mais impressionante é a consistência. Ele já fez 30+ pontos em 32 jogos na carreira com os Knicks, e agora está empatado com uma lenda. Isso não é acidente. É disciplina, preparo e foco. E o time inteiro tá seguindo esse exemplo. Cada jogador tá entendendo seu papel. Não é só um jogador brilhando - é um time inteiro se tornando algo maior.
Alexandre Santos Salvador/Ba
dezembro 19, 2025 AT 18:40Todo esse hype é da ESPN e da mídia nova-iorquina tentando esconder que o basquete tá morrendo. Eles só querem vender a ideia de que o Knicks é o novo campeão pra manter o público preso. Mas se você olhar os números reais, os Celtics e os Heat são muito mais fortes. Esse é só um show de luzes. O dinheiro da NBA Cup é só uma ilusão. Eles não vão chegar longe.
Wanderson Henrique Gomes
dezembro 20, 2025 AT 01:14Tem que ver o que o Thibodeau tá fazendo com a defesa. Antes, os Knicks eram um alvo fácil. Agora, eles fecham os lanes, forçam erros e transformam defesa em ataque. Isso não acontece por acaso. É tática. É treino. É disciplina. E Brunson? Ele tá sendo o primeiro a correr atrás da bola. Ele não só marca, ele incentiva. É isso que faz a diferença.
João Victor Viana Fernandes
dezembro 20, 2025 AT 21:12Acho que o que está acontecendo aqui vai além do esporte. É como se a cidade de Nova York estivesse se redimindo. Depois de anos de decepção, de promessas quebradas, de jogadores que vieram e foram. Agora, tem um cara que não veio de um clube de luxo, que não foi escolhido como número um, que foi considerado pequeno demais - e ele tá provando que o tamanho não importa. O que importa é a vontade. E isso... isso é uma metáfora pra vida. Ninguém te espera. Mas se você acredita, mesmo quando ninguém acredita, você transforma o impossível em realidade.
Mariana Moreira
dezembro 22, 2025 AT 20:12OH. MEU. DEUS. O BRUNSON. É. INCRÍVEL. E. O. TIME. ESTÁ. TÃO. BOM. QUE. A. GENTE. NÃO. CONSEGUE. ACHAR. PALAVRAS. PRA. DESCREVER. ISSO. A. DEFESA. É. UM. MURALHA. O. BANCO. É. UMA. BOMBA. E. ELE. NÃO. SÓ. MARCA. ELE. CRIA. MOMENTOS. QUE. VÃO. FICAR. NA. HISTÓRIA. EU. NÃO. SEI. SE. VOU. CONSEGUIR. DORMIR. HOJE. ESSA. É. A. MELHOR. TEMPORADA. DESDE. QUE. EU. NÃO. ERA. NASCIDA. E. SIM. EU. JÁ. TENHO. 32. ANOS.
Mayri Dias
dezembro 23, 2025 AT 06:59Quando eu era criança, meu pai me levava pra assistir aos jogos do Knicks no TV a cabo. A gente só tinha áudio, porque a imagem era ruim. Mas a gente ouvia cada lance como se fosse uma música. Hoje, ver Brunson jogar... é como se o som daquela época tivesse voltado. Não é só basquete. É memória. É tradição. É o coração da cidade batendo de novo. E isso é mais valioso que qualquer troféu.
Dayane Lima
dezembro 23, 2025 AT 09:40Alguém sabe se o Jordan Clarkson já teve alguma lesão antes? Porque ele tá jogando como se tivesse 22 anos, mas ele tem 32, né?
Bruno Rakotozafy
dezembro 23, 2025 AT 20:58Essa equipe tá bem, mas ainda tá longe dos Celtics. Eles vão se perder na semifinal. O Brunson é bom, mas não é MJ. E o time não tem o mesmo nível de profundidade. Só tá parecendo forte porque os Raptors estão em baixa.
Gabriel Nunes
dezembro 24, 2025 AT 10:54Isso tudo é propaganda da NBA pra esconder que o basquete tá ruim. Os jogadores hoje são todos iguais, só sabem arremessar de três. Brunson é bom, mas ele tá só aproveitando um time que tá com sorte. Se os Celtics jogassem contra eles, a gente ia ver a realidade. Esse hype é só pra vender ingresso.
Wanderson Henrique Gomes
dezembro 24, 2025 AT 16:40Se o Thibodeau mantiver esse ritmo de defesa, o time pode chegar às finais da NBA. O que o Brunson tá fazendo é só o começo. O que importa é o sistema. E esse sistema tá funcionando. Cada jogador sabe onde está. Nenhum tá tentando ser o herói. Todos estão servindo ao time. E isso... isso é raro no basquete moderno.